quinta-feira, 19 de novembro de 2009




Foi uma "sessão do terror" na noite de terça-feira (17) na Câmara de Vereadores da cidade de Nova Fátima, quando a população assistia tranquilamente a sessão ordinária e a mesma foi encerrada sem que fosse votado o projeto que beneficiaria cerca de 150 familias com casas conseguidas atravéz de um programa do governo federal.
Revoltados, alguns moradores começaram então uma pequena discurssão, onde os vereadores da bancada da situação discordavam de que a sessão fosse encerrada sem votarem o tal projeto, foi então que começou um tumulto generalizado onde ovos, pedras e cadeiras começaram a serem arremessadas contra o plenário, neste momento alguns vereadores da bancada da situação que eram a favor de votarem na pauta o projeto das casas populares ja estavam do lado de fora da câmara e os vereadores de oposição, que diga-se de passagem são maioria na casa, incluindo o presidente conhecido por "Bazia", tentaram se proteger no gabinete do presidente, foi neste momento que aconteceu o inesperado, o contador de energia do prédio onde funciona a câmara foi desligado, ficando ás escuras daí o quebra-quebra aumentou e tomou proporções assustadoras, muito gritos e ovos, cadeiras plasticas e pedras foram jogadas, vários quadros contendo as fotos dos atuais e antigos vereadores foram quebrados deixando muito vidro espalhados pelo chão, fotos dos atuais vereadores foram rasgadas e arremessadas contra eles.Uma guarnição da polícia chegou ao local, mas encontraram um número muito grande de manifestantes, o comando então solicitou reforços em Riachão, Capela e Serrinha, onde a P.M foi prontamente atendida. Por volta das 22h o tumulto ja era grande em frente a câmara e o vereador Bazia e outros edis mantinham-se presos na sala do gabinete da presidência evitando assim represálias da população que revoltada gritava palavras de ordem e arremessavam mais ovos contra o interior do prédio, onde até uma pedra de grande porte foi lançada. Por volta de 22h30, chegou mais policiais juntamente com o Ten. Peixinho que começou a restabelecer a ordem tendo o apoio do Sarg. Noé, que iniciaram as negociações entre os vereadores e a população, mas foi em vão.

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