Vitória fica no empate em 1 a 1 e dá adeus à Copa Sul-Americana

Depois de tomar de goleada de 4 a 1, em Montevidéu, no jogo de ida, o Vitória recebeu no Barradão, em jogo de volta, o River Plate do Uruguai. Para passar adiante e continuar na Copa Sul-Americana, o rubro-negro precisava vencer por 3 a 0, ou lutar pelo 4 a 1 e levar par os pênaltis. Nem um, nem outro. O resultado final do jogo, que mais pendia para um zero a zero, terminou em 1 a 1 nos últimos oito minutos de jogo.
A decepção pela eliminação ficou estampada no rosto dos rubro-negros
No primeiro tempo, o Vitória era só pressão. Correndo contra o relógio, o time tinha como estratégia criar oportunidades pelas laterais, já que o River formava um paredão na grande área. Em tática semelhante a utilizada no jogo em Montevidéu, o time uruguaio buscava no contra-ataque a chance de marcar e complicar a situação rubro-negra.
Logo no início o Vitória teve um pênalti a seu favor não marcado. Em oportunidade seguinte, Roger perdeu chance de abrir o placar. E ainda houve uma infinidade de boas chances para o Leão, que não conseguia passar pelo miolo da grande área. As únicas grandes jogadas com reais de gol em todo o primeiro tempo foram os dois contra-ataques disperdiçados pelo mesmo atacante: Federico Puppo, do River.
Não faltou luta do Leão, mas o River conseguiu resistir
A volta para o segundo tempo, o Vitória continuou colocando pressão, porém as jogadas não representavam perigo de fato ao goleiro uruguaio. E se um gol tava difícil, imaginem, então, marcar 3. Confortável com o resultado, o River não se preocupava em criar jogadas. Se contentava em travar o time rubro-negro, o que explica em parte o resultado de poucos gols.
Só aos 41 minutos, o Vitória conseguiu balançar as redes. O atacante Elkeson arrancou com a bola até o meio e mandou uma bomba. A bola vai no canto do goleiro Luciano. E a torcida começou a vibrar. 'Sabe, eu sou Vitória com muito orgulho e muito amor!', gritavam os torcedores. Mas o empate chegou aos 47, quando o atacante Córdoba recebeu livre na área do Leão, driblou o goleiro Gléguer e mandou para o gol.
Sem passar pelo time uruguaio, o Vitória deu adeus às quartas-de-finais da Copa Sul-Americana. O jeito é focar para tentar buscar uma vaga entre os quatro melhores clubes do Brasileirão. Isso, sim, ainda é possível.
A decepção pela eliminação ficou estampada no rosto dos rubro-negros
No primeiro tempo, o Vitória era só pressão. Correndo contra o relógio, o time tinha como estratégia criar oportunidades pelas laterais, já que o River formava um paredão na grande área. Em tática semelhante a utilizada no jogo em Montevidéu, o time uruguaio buscava no contra-ataque a chance de marcar e complicar a situação rubro-negra.
Logo no início o Vitória teve um pênalti a seu favor não marcado. Em oportunidade seguinte, Roger perdeu chance de abrir o placar. E ainda houve uma infinidade de boas chances para o Leão, que não conseguia passar pelo miolo da grande área. As únicas grandes jogadas com reais de gol em todo o primeiro tempo foram os dois contra-ataques disperdiçados pelo mesmo atacante: Federico Puppo, do River.
Não faltou luta do Leão, mas o River conseguiu resistir
A volta para o segundo tempo, o Vitória continuou colocando pressão, porém as jogadas não representavam perigo de fato ao goleiro uruguaio. E se um gol tava difícil, imaginem, então, marcar 3. Confortável com o resultado, o River não se preocupava em criar jogadas. Se contentava em travar o time rubro-negro, o que explica em parte o resultado de poucos gols.
Só aos 41 minutos, o Vitória conseguiu balançar as redes. O atacante Elkeson arrancou com a bola até o meio e mandou uma bomba. A bola vai no canto do goleiro Luciano. E a torcida começou a vibrar. 'Sabe, eu sou Vitória com muito orgulho e muito amor!', gritavam os torcedores. Mas o empate chegou aos 47, quando o atacante Córdoba recebeu livre na área do Leão, driblou o goleiro Gléguer e mandou para o gol.
Sem passar pelo time uruguaio, o Vitória deu adeus às quartas-de-finais da Copa Sul-Americana. O jeito é focar para tentar buscar uma vaga entre os quatro melhores clubes do Brasileirão. Isso, sim, ainda é possível.
Fonte: Correio da Bahia
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