PF e MP desmantelam fraude em contratos para
alimentação de detentos e de estudantes no estado. Ex-presidente do Cruzeiro é
dono de uma das empresas envolvidas no esquema.
Um terço dos R$ 166 milhões pagos pelo estado por refeições de presidiários foi desviado por uma rede formada por empresários, políticos e funcionários públicos por meio de superfaturamento ou fornecimento de produtos de baixa qualidade. O mesmo golpe foi aplicado em licitações no valor de R$ 19 milhões para a merenda em escolas de Montes Claros. Uma das firmas envolvidas, a Stillus Alimentação, acusada de comandar o esquema, pertence a Alvimar Oliveira Costa. Foram expedidos 10 mandados de prisão, um deles contra José Maria Fialho, vice-presidente do clube celeste. Além de BH, Montes Claros e Nova Lima, a operação se estendeu por quatro municípios mineiros e um de Tocantins.( Fonte:Estado de Minas)
Um terço dos R$ 166 milhões pagos pelo estado por refeições de presidiários foi desviado por uma rede formada por empresários, políticos e funcionários públicos por meio de superfaturamento ou fornecimento de produtos de baixa qualidade. O mesmo golpe foi aplicado em licitações no valor de R$ 19 milhões para a merenda em escolas de Montes Claros. Uma das firmas envolvidas, a Stillus Alimentação, acusada de comandar o esquema, pertence a Alvimar Oliveira Costa. Foram expedidos 10 mandados de prisão, um deles contra José Maria Fialho, vice-presidente do clube celeste. Além de BH, Montes Claros e Nova Lima, a operação se estendeu por quatro municípios mineiros e um de Tocantins.( Fonte:Estado de Minas)
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